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Aulas de Pilates, Musculação, Karate e Treinamento Funcional

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Jovem de Cassilândia/BA se torna referência no esporte através do Karatê



Só através da disciplina se chega à perfeição, muito embora saibamos que no esporte a perfeição é muito relativa, por isso, dedicação é fundamental. Assim como em vários segmentos na vida, no esporte não tem espaço para pressa não há chance para pular etapas, exige na verdade muita persistência, comprometimento e a maior de todas as lições, a humildade. Com base neste contexto Cassilândia hoje sente muito orgulho e enaltece a trajetória de sucesso de MANOEL CARLOS (Kau filho de dona Branca) que até os 12 anos de idade viveu de maneira simples como todos os garotos da nossa pacata cidade, entretanto nunca deixou de sonhar e principalmente de acreditar nos seus sonhos. Em meados dos anos 90 trilhou o mesmo caminho da maioria dos nordestinos até então, em busca de trabalho foi morar em São Paulo, talvez sem nem imaginar que o sucesso lhe aguardava na cidade grande. Após um tempo longe da família, para amenizar a saudade resolveu ocupar o tempo vago com uma atividade física, como o seu sonho de infância sempre foi ARTES MACIAIS, matriculou se numa academia de Karatê – Fazer uma coisa que gosta para diminuir a saudade de uma coisa que ama – esse foi o seu pensamento. Entretanto, o destino lhe reservava algo mais: O vendedor de peixe de Cassilândia se tornou um campeão de Karatê e hoje é impossível contar a história desta modalidade no País sem citar o nome de Manoel Carlos, dentre vários títulos conquistados por ele estão: Penta campeão Paulista e Penta campeão brasileiro, além de diversos títulos por equipe, com destaque para os conquistados nos 22 países que disputara competição oficial representando o Brasil através da Federação Paulista. Faixa Preta 4° DAN, o nosso campeão, também chamado no meio por Sensei, além de Empresário, secretário de esportes da cidade de Taboão da Serra - SP, hoje é sem dúvidas, um dos mais respeitados e conceituados treinadores da modalidade. Federado à federação Paulista, já participou de várias delegações brasileiras em eventos internacionais a exemplo dos jogos pan-americanos do Rio de Janeiro e atualmente é técnico da seleção paulista de Karatê de Taboão da Serra. Um dos seus maiores orgulhos é o grande número de ex alunos seus que se tornaram professores e hoje tem uma carreira bem sucedida no esporte.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Obesidade não deve ser calculada só com base no IMC



Determinar a obesidade apenas pelo Índice de Massa Corporal (IMC) é um equívoco. Considerar o porcentual de gordura do corpo seria um modo mais correto de diagnosticar o sobrepeso. 


A obesidade pode ser um problema aparentemente mais grave do que se pensava, afirma um estudo publicado por pesquisadores da Universidade de Medicina de Nova York e da Faculdade de Medicina Weill Cornell no jornal PLoS One. Segundo os cientistas, determinar a obesidade apenas pelo Índice de Massa Corporal (IMC) é um equívoco. Considerar o porcentual de gordura do corpo seria um modo mais correto de diagnosticar o sobrepeso, o que tecnicamente aumentaria o número de pessoas consideradas obesas, de acordo com a pesquisa.

O IMC é obtido a partir de um cálculo simples que relaciona o peso e a altura de cada pessoa e o resultado é um número pelo qual se diagnostica o sobrepeso ou não. Alguém com um IMC superior a 30 ou mais é classificado como obeso. De acordo com o Centro Americano de Controle de Doenças, um em cada três americanos é obeso.

Outras formas de diagnosticar a obesidade incluem a análise de quanto do corpo é composto por gordura. Se o organismo masculino tem 25% ou mais de gordura e o feminino tem 30% ou mais, é o caso do sobrepeso.

Eric Braverman, um dos pesquisadores, afirma que é errado considerar a obesidade observando apenas o IMC. "O índice é uma medida insensível, passível de erro, enquanto medições de gordura são mais eficazes, já que mostram a distribuição da gordura pelo corpo", diz.

Os pesquisadores analisaram os dados de 1,393 pessoas que tiveram tanto o IMC e índice de gordura calculados. Os resultados mostram que na maioria dos casos, a conclusão é a mesma. Mas em 539 dos casos - 39% - não foram considerados obesos por causa do IMC, mas pela porcentagem de gordura em seus corpos.

A disparidade foi maior entre as mulheres, e piorou nos grupos de idade mais avançada. "A perda de massa muscular nas mulheres exacerba e classificação errônea do IMC. Um cálculo mais apropriado para considerar obesidade é estabelecer índices de 24 para mulheres e 28 para homens", dizem os pesquisadores. Atualmente, pessoas com o IMC até 24 não são consideradas obesas.

As conclusões, portanto, indicariam que a população obesa não só dos Estados Unidos, mas também de todo o mundo, é maior do que se pensa. "Com o cálculo corrigido, 64,1%, ou 99,8 milhões de mulheres americanas são obesas", afirmam.

Evento que vai Bombar!